sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Eleição no Brasil e o Trânsito em São Paulo: Uma Bagunça Sem Erro Por Uma Ordem Perdida



Uma Bagunça Sem Erro Por Uma Ordem Perdida


O autor desta Frase Magnífica foi um Morador de Rua, enlouquecido pelo cotidiano de São Paulo, no início dos anos 90 do Século XX. E, um amigo meu, Eraldo Buldrini, professor de história da falida educação pública estadual de São Paulo, transformou esta Frase em uma Peça de Teatro, criada por este genial professor, com seus alunos do Ensino Médio do Vespertino, em 1991, na EE Profa. Zuleika Maria de Barros, no Bairro da Pompéia, Município de São Paulo.


A peça, em si, demonstrava o cotidiano, relacionamento social e frustrações dos jovens adolescentes de uma metrópole, perdida e sem ordem. E, um dos temas destacados nessa peça, era sobre aqueles moradores de rua enlouquecidos, representado por um personagem construído por um dos alunos envolvidos na trama.

Peça que abria até mesmo a possibilidade de colocarmos um charmoso Godizila
No meio do trânsito da caótica Marginal do Tietê.


Hoje temos os Monstruosos e minimizados radares, dizimando a boa estima do condutor de automóveis e motocicletas, preocupados com uma porrada de coisas ruins que podem acontecer neste caótico trafego.



(Radar escondido na Marginal do Tietê)

Nove anos passaram, e a Metrópole de São Paulo continua muito mais desvairada, perdida e sem ordem do que antes. Aqueles jovens do Zuleika pelo menos tinham interesse pela educação escolar; muito mais do que os jovens de hoje.

Culpa de quem?





Não sei se podemos ficar culpando este ou aquele Partido Político, pois afinal, somos nós que escolhemos naquela Urna Funerária Eletrônica pelos nossos representantes políticos. E, estes representantes, retratam o nosso subconsciente, os nossos desejos mais profundos. Quando estão na Campanha Eleitoral, apresentam-se como sãos e conscientes de seus deveres polícos. Dépois de Eleitos, tornam-se perversos e violentadores da ordem moral e pública, agindo de Má Fé; como aquele famoso personagem da Saga do Batman, o Duas Caras = Que fazia suas escolhas jogando o Cara e Coroa.



Obviamente todos nós somos assim: Socialmente nos comportamos como ensina o "Mandamento", só que no íntimo, desejamos e queremos outras coisas, surreais ao que pede as regras sociais e morais. A Escola de Hoje, não nos ensina como viver no meio de toda esta confusão urbana e social. Nem os professores sabem como enfrentar este Caos. Graças à Modernidade, à Telecomunicação, somos oficialmente perversos. Como os Radares Minimizados e Escondidos, que nos rastreiam e fotografam, escondendo as faces dos responsáveis por essa Ordem Perdida.

Os Programas televisivos oficializam o nosso lado perverso


(Por Exemplo: De Querer que o outro sofra aquilo que não desejamos para nós)



Como Palhaço, quero de falar sobre o Trânsito de São Paulo, do enlouquecido tráfego - afinal, não são somentes aqueles loucos de rua, maltrapilhos e mendicantes que chamam nossa atenção. Todos estão se enlouquecendo em São Paulo.
É tão bonito ver todos se Enlouquecendo e se Autoflagelando em atitudes violentas de nível sem igual.

Não soube votar = não conhece a lógica da Matemática do Rouba, mas Faz?

Parabéns!!! Comprou seu Carro Novo! Vai cagar de pagar em 5 anos?

Não se esquça de instalar um Som da Hora, pra aguentar o Trânsito....

Ah!, ia me esquecendo: Leve moedas para os Pedágios sem Fim.




Somos loucos e violentos ao mesmo tempo.


Centenas de condutores de automóveis e motos falam e fazem gestos obscenos a todo instante, em todos os dias da semana, em qualquer horário.


Somos nossos próprios Coringas:
Torcendo para que os motoboys se arrebentem em cada via e esquina.

Xingamos os catadores de papéis, que se assemelham aos centauros, com seus carros de madeira grudados à costas.


Somos Palhaços, Tristes e Loucos, dependentes de Palhaços com mais de Duas Caras, eleitos pelos nossos votos.


(Alguns dos Coringas de nossa História Recente)


Nas Campanhas Eleitorais, todos candidatos apresentam a face do "Bom Sujeito", do Ficha Limpa, para ser mais claro.


Depois, quando eleitos, apresentam suas personas perversas no dia a dia da política.



Apophis Coizaetal

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